A cada nova turma que entra aqui em Arquitetura, são convidados a deixar sua marca na sala de Estética e História da Arte. E a minha turma foi desafiada a deixar uma marca nada pequena, um armário. Ele teria que possuir pinturas de artistas mato grossenses.
E ai fomos nós a procura de um armário. Procuramos em praticamente todas as lojas de moveis usados, em busca de um armário que fosse de modelo antigo. Rondamos quase a cidade toda e infelizmente não achávamos nada que nos agrada-se e que fosse barato. Só fomos encontrar então na casa de uma mulher. Quando o vimos, eles o estavam usando dividido em duas partes.
Ficamos apaixonados pela sua estética, pelo o preço que estava muito barato e por ele ser realmente de madeira. No dia seguinte já o compramos. E começou então a restauração. Lixamos ele todo e depois foi passado o selador, mas menos nas portas onde iriamos fazer as pinturas.
Tivemos inúmeras reuniões para decidir como faze-lá sem virar aquela bagunça por haver 40 alunos. Foi decidido então que em cada porta que seria pintada uma obra, haveria um grupo. Por terem cinco portas foram divididos cinco grupos, e em cada um possuiria um líder, e eu fui uma delas. Meu grupo decidiu pintar uma obra de Adir Sodré, deu um pouquinho de trabalho, por a pintura ser cheia de detalhes, mas valeu a pena.
Usamos tinta de parede branca, e mas as bisnagas de xadrez para dar cores de tons sépias nas pinturas. No final quando terminamos, sentíamos orgulhosos, e por termos conseguido mais um desafio. No dia em que entregamos o armário, podíamos ver a alegria do professor. Ele até ficou sem palavras!
Deu um vontade de levar ele pra casa. Ahh só pra constar ele é muito mais bonito ao vivo. kkkk Sem falar que a fechadura dele é linda. Essa foi uma experiência que com certeza irá ficar guardada pra sempre na minha memória!
Era pra esse post ter saído antes, mas estive ocupada com outro projeto, que ainda falarei mais sobre ele aqui. Ah e sobre os comentários, estarei aos poucos respondendo-os. Que Deus te abençoe, beijoos.
Com amor (tanto quanto amo
móveis antigos), Alana Prado!






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